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Nossa carta

Assine nossa carta às gerações mais velhas.

Nosso manifesto

1) A injustiça para com os pobres de hoje e as futuras gerações

2) Uma conversão ecológica urgente e autêntica

Nós reconhecemos que a crise ecológica é o sintoma de uma crise mais profunda do coração humano, que nos faz lembrar do apelo profético de São João Paulo II para “estimular e apoiar a “conversão ecológica”, que nestas últimas décadas tornou a humanidade mais sensível aos confrontos da catástrofe para a qual estava a caminhar”. Rezamos para que essa peregrinação ao Panamá seja um marco importante na conversão ecológica de todos os peregrinos da Jornada Mundial da Juventude, pois é imperativo que nós, cristãos, redescubramos o papel do cuidado da criação em nossa fé: “Viver a vocação de guardiões da obra de Deus não é algo de opcional nem um aspecto secundário da experiência cristã, mas parte essencial duma existência virtuosa” (LS 217).

Conscientes de nossa parcela de responsabilidade no aprofundamento da crise ecológica, vivenciamos uma profunda necessidade de arrependimento. Nas palavras do Papa Francisco, “uma sã relação com a criação como dimensão da conversão integral da pessoa. Isto exige também reconhecer os próprios erros, pecados, vícios ou negligências, e arrepender-se de coração, mudar a partir de dentro” (LS 218).

A Igreja tem um papel fundamental a desempenhar no avanço dessa conversão ecológica dentro da própria Igreja e em todas as realidades sociais, econômicas, políticas e institucionais. Nós somos encorajados pela forma como a Laudato Si’ se mostra uma fonte de ação, pedindo a todos que cuidem da criação, com inúmeras iniciativas em todo o mundo que estão impulsionando ações transformadoras rumo a uma ecologia integral. Mas a urgência é tanta que muito mais precisa ser feito, por todos e com maior rapidez.

3) O papel dos jovens católicos

Nosso manifesto

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